Oui, c'est bien compris.
C'est compris ma faute de jugement.
J'ai compris ta faute de tact.
Je marchais sur des oeufs quand je te parlais, et toi, ivrogne et seul (quel erreur), pensait que...
Putain, comme c'est terrible la façon que tu me dégoutes. J'ai parfois envie d'embrasser tes sourires jaunes et serrées, mais, aussitôt, je te crie et te suplie de fermer cette gueule infernale. Arrete avec tes conneries.
J'ai aucune envie de savoir comment est-ce que tu etais passé avec je ne sais plus qui ou quoi. C'est un truc chimique je crois. Attends, t'as pas une clope...? Ça m'aide avec le C8H11N.
(fumée)
... et encore, ferme ta belle gueule.
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
*
As palavras correm livres indevidamente, mas se sou capaz de sentir o calor que emanas, então elas perdem os sentidos e só sabem correr entre meus dedos trêmulos. Eu estou controlando mais os meus dedos... Lembra como eles tremiam pela manhã, quando acendia o meu segundo cigarro? Segundo, pois o primeiro nunca estavas presente. O primeiro é sempre solitário, autoridade das manhãs. Enfim, não te lembras. Ou eu que não lembro se tua memória iria tão longe, a ponto de lembrar do que não nos aconteceu. Mas é que essa unidade me é autoritária, mesmo não sendo a primeira. É a primeira de hoje, que não é mais manhã. E essas palavras, ainda não aprendi a controlá-las, então escondo-as no porão e apresento meu quarto - com muitas palavras - forçando transparecer a sensação de que ele é o meu self.
- Venha, não repara a bagunça - eu não acredito verdadeiramente que esteja bagunçado - pode ficar à vontade. E assim, sem perceber, eu o deixo sozinho cômodo incômodo no meu cômodo eu.
- Venha, não repara a bagunça - eu não acredito verdadeiramente que esteja bagunçado - pode ficar à vontade. E assim, sem perceber, eu o deixo sozinho cômodo incômodo no meu cômodo eu.
quinta-feira, 14 de julho de 2011
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