- tu comprends que c'est bientôt finni?
- oui, mais on parle pas de ça, on a science sociale maintenant.
- ça me rappele des choses. et me donne des envies aussi... est-ce que je peux parler portugais avec toi? tu reponds seulement "aham" à chaque phrase que je dis, comme ça j'aurais l'impression que je parle portugais avec quelq'un.
- aham...
- super!
- ...
- então... eita, não sei.
- aham.
- tá, você gostou da aula de matemática?
- aham.
- heh j'ai demandé si tu as bien aime le cour de math.
- ah, aham.
- bon, ça marche pas, oublies.
- non, fait comme ça donc, dit tout ce que te fait mal, tout ce que tu as envie de dire. de toute façon ni moi, ni personne va comprendre et ça peut te soulager.
- eu me sinto sozinho.
-aham.
sábado, 5 de junho de 2010
segunda-feira, 24 de maio de 2010
sábado, 22 de maio de 2010
das dores
Uma coisa que não podemos é desmerecer a dor.
A dor não é nada burra, a dor.
Ela nos engana, se modifica, se desloca. Um ser a parte.
A artimanha que mais tem meu respeito é a capacidade de mudar de intensidade. Nós nos habituamos muito rápido a tudo, e quando algo começa a ser contínuo, cíclico, previsível, nosso cérebro começa a ignorar e isso pára de nos gener.
A dor, ela conhece bem isso - as nossas sinápses racionas e as automáticas - e assim muda de forma e intensidade toda hora, sempre nos lembrando que ela está lá.
É, a dor não é nada burra...
A dor não é nada burra, a dor.
Ela nos engana, se modifica, se desloca. Um ser a parte.
A artimanha que mais tem meu respeito é a capacidade de mudar de intensidade. Nós nos habituamos muito rápido a tudo, e quando algo começa a ser contínuo, cíclico, previsível, nosso cérebro começa a ignorar e isso pára de nos gener.
A dor, ela conhece bem isso - as nossas sinápses racionas e as automáticas - e assim muda de forma e intensidade toda hora, sempre nos lembrando que ela está lá.
É, a dor não é nada burra...
domingo, 9 de maio de 2010
O pêso do futuro brilhante
É normal me sentir repetitivo.
Não, não que eu repita as coisas. Talvez também. Mas não isso.
Repetitivo no sentido de repetir o que os outros já fizeram.
(Objetividade) Os erros que os outros já fizeram.
Eu não queria ser assim umbigolista.
Eu tenho avançado, sabia? Eu tenho pensado tanto no próximo...
É, talvez até de mais.
Mas como posso eu realizar minhas mais profundas necessidades e, ainda, por o próximo antes de mim?
Tudo bem, eu nem sei quais são os meus quereres, o próximo pode passar na minha frente enquanto eu reflito. E aí vem o medo de passar a vida inteira ali, meio deslocado da fila, meio que guardando meu lugar, mas dizendo com um sorriso instantâneo "não, não, pode passar, eu tô esperando." E bom, ficar lá refletindo. E esperando.
Não, não que eu repita as coisas. Talvez também. Mas não isso.
Repetitivo no sentido de repetir o que os outros já fizeram.
(Objetividade) Os erros que os outros já fizeram.
Eu não queria ser assim umbigolista.
Eu tenho avançado, sabia? Eu tenho pensado tanto no próximo...
É, talvez até de mais.
Mas como posso eu realizar minhas mais profundas necessidades e, ainda, por o próximo antes de mim?
Tudo bem, eu nem sei quais são os meus quereres, o próximo pode passar na minha frente enquanto eu reflito. E aí vem o medo de passar a vida inteira ali, meio deslocado da fila, meio que guardando meu lugar, mas dizendo com um sorriso instantâneo "não, não, pode passar, eu tô esperando." E bom, ficar lá refletindo. E esperando.
sábado, 10 de abril de 2010
des aprentissages d'une voyage au l'Est
le schéma actuel c'est de aller plus loin,
même si ça implique en revenir au passé.
et je doit avouer que je n'explique rien.
jamais.
même si ça implique en revenir au passé.
et je doit avouer que je n'explique rien.
jamais.
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